Quem sou eu

Terra da Garoa, SP, Brazil
Teresinha de Almeida Ramos Neves, para os familiares e amigos Tê ou Téka, profissional do Direito e da Ciência Política. Casada, mãe de três lindas filhas.De 1987 a 2008 trabalhei na Câmara de São Paulo, passando por todos os cargos de gabinete. Em 2008, um importante projeto político me levou à Câmara Municipal de Guarulhos onde ocupei os cargos de Diretora de Licitações e Contratos e Diretora de Comunicação e TV Câmara. Em 2012 fui candidata a vereadora por São Paulo e agraciada com a confiança de 5.645 cidadãos desta linda cidade. Voltei à Câmara de São Paulo, no gabinete do Vereador Pastor Edemilson Chaves, onde exerço a função de assessora jurídico-legislativo. Sou amante de bons livros, eclética por natureza, sonhadora por decisão e conquistadora pela graça de Deus. Apaixonada pela vida, não me canso de agradecer pelos obstáculos que me permitem crescer. Amo os amigos e busco a conquista dos possíveis inimigos. Não me agrado da inércia (estagnição, inatividade, apatia, preguiça) e nem da indolência (distância, frieza, desleixo, negligência) mas prezo pela excelência e pela dinâmica da vida. Minha família, minha razão; Jesus, minha maior inspiração!

Música Gospel é reconhecida como manifestação cultural

dezembro 21, 2011


Em votação simbólica nesta terça-feira (20), o Plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 27/2009, que altera a Lei Rouanet (Lei 8.313/1991) para reconhecer como manifestação cultural a música gospel e os eventos relacionados ao estilo.

O termo gospel, uma contração dos termos ingleses “God spell”, ou “fala de Deus”, denomina o estilo musical de composições feitas para expressar a fé cristã. Pela proposição aprovada, do ex-deputado Robson Rodovalho, a música gospel passa a ser reconhecida como parte da cultura contemporânea brasileira, o que permite que pessoas e entidades que lidam com esse estilo possam receber apoio financeiro de empresas por meio de mecanismos de incentivo.

Na justificação do projeto, o autor do projeto destacou que a música gospel, oriunda da tradição norte-americana, tem se disseminado no Brasil, em eventos de grande porte que contam com a participação de parcela significativa de jovens.

No Senado, o projeto recebeu parecer favorável nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Educação, Cultura e Esporte (CE). A proposta, sem emendas, foi votada em regime de urgência atendendo a requerimento da senadora Ana Amélia (PP-RS), subscrito por outros senadores.

Fonte: post inforgospel.com.br - com informação Agência Senado – por Paulo Cezar Barreto

MINHAS REFLEXÕES

"Todo joelho se dobrará,... "

O evangelho de Jesus Cristo chegará às nações, para que se cumpra a sua vinda!

Vivemos um novo tempo em que, até a Rede Globo, se debruça à música gospel, aos evangélicos, por ela, tão criticados!

A palavra de Deus se cumpre!! Sejamos sensíveis!!!

"Vale de ossos secos, põe-se em pé"!!!

Uhuu!!! Maranata!!!! Ora vem Senhor Jesus!!


Igreja que prega "cura de gays" na TV deve ser punida, diz Jean Wyllys ("Minhas Reflexões" ao final da entrevista)


26/12/2011 - 07h00

Leia a transcrição da entrevista de Jean Wyllys à Folha e ao UOL

DE BRASÍLIA- Folha.com

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) participou do programa "Poder e Política - Entrevista", conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues. A gravação ocorreu na quinta-feira (15), no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.

Narração de abertura: O deputado federal Jean Wyllys de Matos Santos tem 37 anos. Nasceu em Alagoinhas, na Bahia.

Formado em jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, Jean ficou famoso por ter vencido o Big Brother Brasil em 2005.

Elegeu-se deputado federal em 2010, pelo PSOL do Rio de Janeiro. Em seu discurso de estreia na Câmara, Jean Wyllys disse ser o 1º homossexual assumido, sem homofobia internalizada e ligado ao movimento LGBT a entrar para a Casa.

Folha/UOL: Olá internauta. Bem-vindo a mais um "Poder e Política Entrevista". Este programa é uma realização do jornal Folha de São Paulo, do portal UOL e da Folha.com. A gravação é realizada aqui no estúdio do Grupo Folha em Brasília.

Hoje o convidado é o deputado federal Jean Wyllys, do PSOL do Rio de Janeiro.

Folha/UOL: Olá, deputado. Muito obrigado por ter aceitado o convite. Eu começo perguntando sobre o projeto de lei que, se aprovado, vai tornar crime atitudes homofóbicas, como já ocorre com o racismo no Brasil. No ponto em que está tramitando o projeto agora, o sr. acha que ele está com um texto adequado?
Jean Wyllys: Bom, primeiro eu quero agradecer o convite também e saudar os internautas. Eu acho que da maneira como ele se encontra [o projeto], nesse ponto da tramitação, o substitutivo apresentado pela senadora Marta Suplicy [do PT-SP] ao projeto e foi redigido pelo senador Demóstenes Torres, do Democratas de Goiás, não agrada à Frente Parlamentar LGBT, nem agrada a setores do movimento LGBT. Da maneira como esse substitutivo foi apresentado... E o próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal. E essa forma letal da expressão da homofobia, ela já é tratada no Código Penal. Ou seja: qualquer pessoa que cometa lesão corporal ou assassinato, o Código Penal já prevê penas para o assassinato e para a lesão corporal. O que o Código Penal não prevê é um motivação homofóbica. E aí o projeto, o parecer anterior que é da senadora Fátima Cleide [do PT-RO] é muito mais amplo, porque ele contempla, ele prevê a motivação homofóbica, mas ele trata de outras expressões da homofobia, como a injúria por exemplo.

Folha/UOL: O sr. poderia descrever o que seria adequado que esse projeto de lei estabelecesse como crime de homofobia?
Jean Wyllys: Primeiro é preciso promover o discernimento, né. Tem muito preconceito em relação a esse projeto, muita distorção, muitos equívocos sendo divulgados em relação a esse projeto. A ideia, por exemplo, de que se o projeto for aprovado ninguém vai poder chamar o outro de veado numa partida de futebol, torcidas rivais não vão poder fazer piadas nesse sentido.

Folha/UOL: Isso não é o caso?
Jean Wyllys: Não é o caso. A intenção de divulgar e de espalhar esse tipo de equívoco é de jogar a sociedade civil, a opinião pública, contra o projeto. O projeto prevê a proteção da comunidade LGBT contra a injúria e contra o impedimento do acesso ao direito. Por exemplo: é um direito meu expressar publicamente meu afeto no teatro, no shopping center e não ser banido desses lugares por conta disso.

Folha/UOL: A relatora [do projeto de lei que criminaliza a homofobia] é a senadora Marta Suplicy.
Jean Wyllys: Sim.

Folha/UOL: Em quais aspectos o sr. acha que ela deveria mudar de opinião para fazer alguma adequação ali? O sr. teria como dizer especificamente algo que ela deveria fazer?
Jean Wyllys: Eu acho que o texto da senadora, o substitutivo da senadora Marta Suplicy, que foi redigido pelo senador Demóstenes Torres [do DEM-GO], que não é homossexual e, muito pelo contrário, não tem muita simpatia pela comunidade homossexual, esse texto é defasado por exemplo no que diz respeito à própria discussão da matéria penal. Ou seja, nós, militantes dos direitos humanos, a gente trabalha muito na direção do direito penal mínimo. Então, não nos interessa penas de prisão de muito tempo de reclusão na sociedade como forma de justificar ou de se dizer que se está enfrentando a homofobia. Eu penso por exemplo que as penas alternativas e as multas e as prestações de serviço têm que ser pensadas no caso das penas no caso das injúrias praticadas contra homossexuais em programas de televisão, quando isso acontece, por pessoas públicas, com funções públicas, por estabelecimentos, donos de estabelecimentos comerciais que permitem essa discriminação. Então esse é um ponto do texto que me incomoda bastante, a criação de um novo tipo penal e não a dilatação dos tipos já previstos, como no caso, todo o arcabouço aí do Código Penal que protege a comunidade judaica e protege a comunidade negra, incluir nesse arcabouço aí a discriminação por orientação sexual e por... Porque é uma coisa que é preciso se dizer e não se diz nunca, claro, trata-se de jogar a opinião pública contra o projeto de lei, é que o projeto de lei, o PL 122 [de 2006], ele inclui entre essas discriminações por religião e por etnia a discriminação a pessoas com deficiência física, a idosos e homossexuais que são grupos vulneráveis.

Folha/UOL: Vamos num caso concreto. No shopping está um casal homossexual trocando carinhos e por algum motivo alguém da administração do shopping center retira essas pessoas de dentro do shopping center. Que tipo de pena caberia nesse caso na sua avaliação?
Jean Wyllys: Uma multa com dinheiro revertido para programas sejam públicos ou de Organizações Não Governamentais que promovem a cidadania gay, por exemplo. No caso de adolescentes, por exemplo, que injuriam... Quando pegos em flagrantes, claro, porque tem que ter o flagrante... Injuriando ou atacando, como acontece muito, talvez você não saiba disso, mas acontece bastante, de adolescentes ou pós-adolescentes passarem de carro e jogarem pedras e ovos nas travestis, quando pegos essas pessoas poderiam prestar serviços à comunidade por exemplo. Talvez em organismos que tratem exatamente desse grupo aí que eles atacaram, as travestis e transexuais.

Folha/UOL: No relatório da senadora Marta Suplicy é tratado o caso de cultos religiosos. E há uma certa leniência em relação ao que acontece dentro de templos religiosos. Como ficou essa parte e o que o sr. acha dessa abordagem.
Jean Wyllys: Eu acho que as religiões, elas têm liberdade para propagar da maneira que elas melhor escolheram, definiram, os seus valores. A sua concepção de vida boa. Isso é uma coisa garantida na Constituição e que a gente tem que defender. As religiões são livres para isso. E os pastores são livres para dizer no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado, já que eles assim o entendem. Entretanto, eu não acho que os pastores que estão ali explorando uma concessão pública de rádio e TV tenham que aproveitar esses espaços para demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual.

Folha/UOL: Como tratar isso?
Jean Wyllys: Isso é uma injúria. É uma injúria contra um coletivo. E essa injúria motivada pela homofobia, ou seja, a promoção da desqualificação pública da homossexualidade e da dignidade, e ferindo a dignidade dos homossexuais, ela tem que ser enfrentada.

Folha/UOL: O texto, tal como está neste momento no Senado, não trata disso?
Jean Wyllys: Não trata disso. Muito pelo contrário. O texto inclusive... Eu até admiro e louvo os esforços da senadora Marta Suplicy, que é uma pessoa que eu admiro bastante, de tentar uma negociação com a bancada conservadora do Senado. Nesse intuito de manter essa negociação ela colocou, inclusive, um parágrafo em que ela salvaguarda a liberdade de crença e de opinião de religiosos. Que é uma coisa que deixou, inclusive, a comunidade negra assoberbada e a comunidade judaica também assoberbada. Porque foi uma conquista do povo judaico e da comunidade negra, uma conquista muito grande de proteger esse coletivo da injúria praticada inclusive por religiões. Então quando a senadora inclui esse parágrafo, ela ameaça conquistas já feitas.

Folha/UOL: Os pastores, os padres que tratarem de homossexualidade em seus cultos, sobretudo na televisão. Eles, se referirem-se de maneira agressiva em relação [aos homossexuais]...
Jean Wyllys: Se incitarem a violência, se justificarem as violências todas praticadas no país contra homossexuais por meio de um entendimento que a homossexualidade é uma degeneração, para usar a palavra que eles costumam usar, que é uma abominação, que é uma degeneração, que a homossexualidade é uma doença, que a homossexualidade é um pecado grave e mortal, aí sim eu acho que isso tem que ser enfrentado. E tem que ter uma lei que preveja esse tipo de crime.

Folha/UOL: Enfrentado, criminalizado?
Jean Wyllys: É. Enfrentado é criminalizado. Criminalizado. E quando eu falo criminalizado é entender isso como injúria a um coletivo. Uma atitude difamatória de um coletivo, que merece o respeito.

Folha/UOL: Um padre, um pastor que na televisão disser: "Homossexualidade é incorrer num pecado mortal. Deve ser combatida". Quem disser isso nesse caso mereceria qual punição?
Jean Wyllys: Nesse caso específico, dizer "homossexualidade é pecado"... Não, eu não vejo porque ele tenha que ser combatido porque ele vai inclusive justificar essa afirmação dele. Com base em que ele diz que a homossexualidade é pecado.

Folha/UOL: Como seria uma frase inaceitável?
Jean Wyllys: É. Por exemplo, sabe o que é inaceitável? São as igrejas, por exemplo, financiarem programas de recuperação e de cura de homossexualidade. E o pastor promover esse tipo de serviço nos seus cultos e dizer: "Vocês, homossexuais, venham para os nossos programas de terapia e de cura de homossexualidade". Homossexualidade não é uma doença. E afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa.

Folha/UOL: Nesse caso, que tipo de punição poderia ser aplicada?
Jean Wyllys: Olha, eu não sei assim...Você fica me perguntando punição em especial... Eu não me sento à vontade para dizer que punição...

Folha/UOL: Mas deveria haver alguma sanção?
Jean Wyllys: Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis, para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças nesse país... Vai ser bem aceito? O PL 122 da maneira como estava antes, no parecer da senadora Fátima Cleide, ele era muito eficaz no sentido de proteger a dignidade da pessoa humana da população LGBT brasileira que, oficialmente, corresponde a 19 milhões de pessoas. Da maneira como ele estava ele enfrentava os números assustadores de homicídio de homossexuais no Brasil. Até novembro deste ano [2011] foram mortos 233 homossexuais. E no ano passado [2010] foram mortos 266.

Os homossexuais além de serem vítimas da violência urbana que você é vítima, que todos nós somos vítimas independentemente da orientação sexual, eles são vítimas de uma violência específica que só se abate sobre eles. E essa violência se abate pela condição deles. Pela orientação deles, pela existência deles. Essa violência tem que ser enfrentada. Isso não é uma coisa só do Brasil. A Hillary Clinton, secretária de Estado [dos EUA] americana se posicionou na ONU, recentemente, dizendo que os Estados Unidos iriam colocar como condição para a ajuda internacional o país proteger os direitos dos homossexuais. Então esse é um grupo considerado vulnerável não só por nós aqui da Frente LGBT. Esse é um grupo considerado por outros organismos de proteção aos direitos humanos do mundo inteiro.

Folha/UOL: O limite para esse tipo de discurso do qual estamos falando aqui, o discurso condenável sob a ótica dos argumentos que o sr. apresentou, por parte de religiosos... Quando a gente fala da televisão, estamos falando de um meio de comunicação de massa. Aparece um pastor, um padre falando algo dessa natureza. Convidando homossexuais para entrarem em programas de recuperação ou sei lá como eles chamam isso. E quando eles falam isso no ambiente do templo, da igreja deles. É a mesma coisa na sua opinião?
Jean Wyllys: Não. Na minha opinião não é a mesma coisa.

Folha/UOL: Aí é diferente?
Jean Wyllys: Eu acho que, nos púlpitos das igrejas, os padres têm o direito de falar o que eles quiserem para sua comunidade de fé e justificar da maneira...

Folha/UOL: Dentro da igreja?
Jean Wyllys: É. Eu só acho que nas concessões públicas de rádio e TV isso não poderia ser feito. Porque a concessão pública é uma concessão de nós como sociedade. E nós como sociedade temos uma Carta Magna como princípio que nós rege. O princípio soberano da Constituição Federal de 1988, a Constituição Cidadã, é o princípio da dignidade da pessoa humana. Então conceder uma exploração, dar o direito de exploração a um grupo, ou a uma igreja, ou a uma pessoa que fere os princípios constitucionais não é a coisa mais certa.

Folha/UOL: Por que o sr. acha que a senadora Marta Suplicy, quem tem conduzido no Senado a negociação sobre o texto dessa lei, caminhou um pouco na concessão em relação a esse aspecto religioso?
Jean Wyllys: Porque é inegável que no Congresso Nacional nós temos que dialogar com essas forças. O exercício da política é o exercício do diálogo. Da mediação de conflitos.

Folha/UOL: O sr. acha que não foi uma boa incursão dela nesse caso?
Jean Wyllys: Eu acho que dialogar com as forças conservadoras é sempre uma boa incursão. O problema nesse quesito, desse caso específico da senadora Marta Suplicy foi ela ter negociado apenas com essas forças. Foi a senadora não ter ouvido a Frente Parlamentar LGBT que é um foro do qual ela faz parte e que é o foro constituído para tratar das proposições legislativas e das políticas públicas que interessam à comunidade homossexual brasileira. Outro equívoco foi não ter ouvido o movimento LGBT em sua diversidade. O movimento LGBT tem uma associação hegemônica, mas tem outras tantas associações. É um consenso no movimento LGBT que, para ter uma lei inócua, uma lei que não vai cumprir o caráter pedagógico, é melhor não ter lei nenhuma. É melhor continuar na batalha pela lei que a gente quer. As mulheres não fizeram concessões até aprovar a Lei Maria da Penha da maneira que elas queriam. Os defensores dos direitos da infância e da juventude não fizeram concessões até aprovar o ECA, o Estatuto da Criança e do Adolescente como se queria. O Estatuto da Igualdade Racial foi aprovado da maneira que os negros queria. Pelo menos em essência não há uma contestação da comunidade negra em relação ao estatuto da igualdade racial. Então porque nós vamos querer uma lei inócua que vai servir apenas para dizer que o governo petista aprovou alguma coisa, alguma proposição?

Folha/UOL: O sr. evidentemente já deve ter conversado já muito com a senadora Marta Suplicy. O que ela diz para o sr. quando o sr. apresenta esses argumentos?
Jean Wyllys: Olha, a senadora não conversou com a gente. Nas últimas reuniões da Frente Parlamentar [Mista pela Cidadania LGBT] ela tem mandado um assessor conversar com a gente. E todos esses argumentos foram passados para o assessor dela. E o assessor dela, às vésperas da votação, da última votação do PL 122, devolveu-nos a resposta de que ela iria manter o substitutivo da maneira que ela tinha concebido junto com Demóstenes Torres.

Folha/UOL: União civil estável entre pessoas do mesmo sexo. O Supremo Tribunal Federal tomou uma decisão progressistas que reconhece a união civil estável entre pessoas do mesmo sexo. Não obstante, a Constituição ainda é ambígua, ou para não dizer contraditória em relação a isso. O sr. tem uma proposta para alterar um trecho da Constituição, artigo 226. É vital que esse trecho seja alterado ou o sr. acha que com a decisão do Supremo, a rigor, a jurisprudência já está formada?
Jean Wyllys: Não, a decisão do Supremo é uma decisão relevante, muito bem vinda. Inclusive mostra que, ainda bem que, dos três Poderes da República, um tenha avançado positivamente no sentido de estender a cidadania aos homossexuais. Só que a decisão do STF não é uma lei. A decisão do TSF como você bem falou é uma jurisprudência. Nem todo mundo, nem toda população brasileira tem acesso à Justiça, a gente sabe disso. Para a gente ter uma ideia, nem todos os Estados do Brasil, nem todos os municípios contam com uma Defensoria Pública. Portanto o acesso à Justiça da população brasileira é um acesso pequeno, restrito. Então a gente não pode achar que uma jurisprudência vá garantir direito ao conjunto da população. A única forma de garantir direito é através da lei. Como você bem falou, como a Constituição tem no artigo 226 o parágrafo terceiro... E esse parágrafo terceiro dá margem a interpretações no sentido de excluir os homossexuais do direito ao casamento. Eu apresentei uma PEC, uma Proposta de Emenda à Constituição, que altera esse artigo 226 no sentido de garantir o direito ao casamento civil ao conjunto da população brasileira independente de sua orientação sexual. Estamos falando do casamento civil, óbvio. Em nenhum momento a minha PEC altera ou trata do casamento religioso. A gente trata do casamento civil, aquele que é dissolvido pelo divórcio. Então ainda que eu louve a decisão do STF, eu não vou achar que ela basta. E também não acredito que nós homossexuais temos que nos contentar com uma sorte de gueto. Nós não temos que ficar com a união estável enquanto o restante da população tem direito ao casamento civil. Isso seria uma cidadania de segunda categoria.

Folha/UOL: O ministro Ricardo Lewandowski, que é presidente do Tribunal Superior Eleitoral, esteve aqui, nessa mesma cadeira em que o sr. está, e disse o seguinte: hoje em dia, há tecnologia muito boa nas eleições para fazer consultas populares.
Jean Wyllys: Sim.

Folha/UOL: E que no ano que vem [2012], se o Congresso, até março, pelo menos, fizer um decreto a respeito, eles podem incluir consultas, com resposta simples, "sim" ou "não", na eleição do ano que vem. Esse seria um tema [casamento civil de homossexuais] talvez bom para se incluir ou não?
Jean Wyllys: Não é um tema bom para incluir porque o Estado brasileiro tem um débito enorme com a sua população no que diz respeito a garantir ao conjunto da população uma educação de qualidade para a cidadania, que permita a essa população um espírito crítico capaz de aprofundar determinados temas. Esse débito em relação à educação de qualidade faz com que grande parte da população trate certos temas com preconceitos. E se a gente considerar, na correlação de forças que há na sociedade, se a gente considerar que o poder econômico e o controle dos meios de comunicação e de informação estão com quem é contrário a essas pautas, a essa extensão de cidadania nós já sabemos qual vai ser o resultado desse plebiscito. Não vejo muito sentido em se jogar dinheiro público fora, porque já sabemos o resultado. Não vejo muito sentido. E, além desse argumento econômico, nós temos um argumento de mérito. Direitos fundamentais... Não se deve fazer plebiscito sobre direitos fundamentais.

Folha/UOL: O sr. diria que dos 513 deputados, 81 senadores, se o sr. tivesse que dizer hoje... Imagino que o sr. não tenha a contabilidade exata, mas o sr. acha que a metade já mais ou menos entende, mais da metade dos congressistas entendem a causa, entendem a causa como um direito que tem que ser garantido, é constitucional, ou ainda não? Há muito desconhecimento a respeito?
Jean Wyllys: Olha, eu não saberia precisar quantidade.

Folha/UOL: Mas a sua impressão assim. O sr. acha que a metade hoje em dia pelo menos vê com simpatia ou ainda não?
Jean Wyllys: Eu acho que a metade vê com simpatia.

Folha/UOL: E na hora de votar?
Jean Wyllys: Eu acho que mais da metade está propensa a entender essas demandas como uma extensão de cidadania, como uma extensão de direitos. Eu acho que há uma quantidade de deputados que silenciam em relação a essa questão, que preferem não se colocar. Porque a grande maioria dos deputados sabe do custo eleitoral dessa causa. A maioria dos deputados sabe como seus inimigos políticos, em seus municípios, em seus Estados vão utilizar o envolvimento deles nessa causa contra eles.

Folha/UOL: Quem são os inimigos declarados da causa LGBT no Congresso o sr. diria?
Jean Wyllys: Olha, você quer nomes, é isso?

Folha/UOL: É, ué.
Jean Wyllys: Eu acho que de alguma maneira toda a Frente Parlamentar Cristã, ela é contrária à cidadania LGBT. Nós temos nessa frente parlamentar gente com quem a gente pode dialogar, que está disposta ao diálogo. Por exemplo: foram fundamentais essas pessoas com as quais a gente pode dialogar, elas foram fundamentais para que o Estatuto da Juventude fosse aprovado com o termo "orientação sexual", com a ideia de diversidade, de diversidade sexual e diversidade de orientação sexual. Ainda bem que nós temos nessa frente gente com quem a gente pode dialogar. Porque ela não vai poder ser ignorada, porque ela representa uma parcela considerável da população brasileira. Mas eu diria que, tirando essas pessoas com quem a gente pode dialogar, de uma maneira muito, claro, generalizando, eu posso dizer que o grande inimigo dessa pauta LGBT é essa frente [cristã].

Folha/UOL: O sr. é filiado ao PSOL. Em 2009, se não estou enganado, foi sua filiação.
Jean Wyllys: Isso.

Folha/UOL: O sr. já foi filiado a algum partido antes?
Jean Wyllys: Não.

Folha/UOL: E qual é a sua identificação ideológica com o PSOL?
Jean Wyllys: [risos] Eu nunca fui filiado a partido nenhum antes do PSOL, tinha uma simpatia pelo PT, venho do movimento pastoral da Igreja católica, depois ingressei no movimento gay, que hoje é chamado de movimento LGBT. E sempre tive uma simpatia com o PT, porque o PT era o partido que se abria para essas causas, para as causas impossíveis. Quando decidi me filiar, eu comparando a atuação do PT e do PSOL no Rio de Janeiro, que é a minha cidade de domicílio, e comparando o programa dos dois partidos, eu vi que eu tinha muito mais identificação ideológica e programática com o PSOL, que é um partido socialista. E de alguma maneira os valores que eu herdei do cristianismo, os valores cristãos que eu herdei do período em que estive na pastoral, de um cristianismo perdido, infelizmente, esses valores, essa ética está muito mais próxima da ética socialista, de justiça social e não há socialismo sem a ideia de liberdade.

Folha/UOL: O sr. se interessa por política, pelo modelo de política que se pratica no Brasil e sobre, talvez, como fazer para aperfeiçoar esse modelo? O sr. está chegando no Congresso, deve ter visto coisa certa, coisa errada, o sr. já firmou algum juízo sobre o que poderia ser feito para aprimorar o modelo de democracia representativa no Brasil?
Jean Wyllys: Não, eu não formei um juízo não. Eu acho que a gente está num processo tanto interno, no partido, de discussão desse modelo, quanto externamente com os outros partidos, com os outros representantes do povo. Discutindo como a gente pode aperfeiçoar nosso modelo de democracia, nosso processo eleitoral, de forma a acabar, por exemplo, com o curral eleitoral, com as capitanias hereditárias, de pai para filho passar o seu prestígio...

Folha/UOL: O sr. é a favor, por exemplo, do voto proporcional, como é hoje, para deputado? É a favor do voto distrital? Tem alguma opinião...
Jean Wyllys: Não, eu não sou a favor do voto distrital. O voto proporcional eu acho mais... Para mim, por exemplo, que represento uma minoria, e que represento um movimento social, o voto proporcional é muito mais vantajoso do que o voto distrital. Sou a favor do voto em lista, desde que a gente garanta processos de indicação democrática dentro dos partidos. Sou a favor da candidatura avulsa, que é aquela que não necessariamente precisa ser através de partido, pode ser através do movimento social, por exemplo, alguém que não se identifique ideológica ou programaticamente com nenhum dos partidos disponíveis, mas representa uma causa, a causa ambiental, a causa LGBT, qualquer... e que pode vir através do movimento social.

Folha/UOL: O Congresso Nacional teve sempre poucos, uma minoria de congressistas, que se identificou com o movimento LGBT, como o sr., teve um recentemente, que já morreu, que foi o deputado Clodovil [do PR-SP]. O sr. tem alguma avaliação sobre como foi a atuação dele como deputado? Ele ajudou ou não ajudou nesse caso?
Jean Wyllys: Eu não tenho uma avaliação, eu não acompanhei o mandato do deputado Clodovil, e também desconheço a identificação do deputado Clodovil com a comunidade LGBT. O deputado Clodovil não foi eleito por essa comunidade nem, em nenhum momento da campanha dele, pelo que vi, pelo que eu pude acompanhar da campanha dele, em nenhum momento ele se comprometeu com as demandas do movimento LGBT. O deputado Clodovil, eu até o conheci em vida, uma pessoa muito simpática, pelo menos comigo foi muito simpático, foi muito cortes, ele na minha avaliação assim, todas as ausências são atrevidas, ele não está mais aqui, então eu me acho até injusto falar isso, porque ele não está aqui para se defender, mas na minha avaliação, o deputado Clodovil tinha muita homofobia internalizada, de modo que ele não tinha uma relação orgulhosa com sua própria orientação sexual. Então não foi uma, nem duas vezes que ele se posicionou contra as paradas do orgulho gay, não foi uma nem duas vezes que ele se posicionou contra o pleito do casamento civil igualitário. Portanto ele não tinha uma relação, nem mesmo com a comunidade mais ampla LGBT, nem com o movimento.

Folha/UOL: Tem algo que o incomoda na Câmara? No dia a dia, na rotina?
Jean Wyllys: Olha, não. Talvez o que me incomode sejam as ausências, por exemplo, nas comissões. Isso me incomoda. As ausências, os pareceristas, os projetos que estão ali para serem votados e que não são votados porque o relator não está presente porque ele deveria dar o parecer, aí tem, que sair da pauta. Essa ausência me incomoda, porque o processo democrático já é demorado, né. A democracia, ela tem um tempo, que tem que ser respeitado. O processo democrático já é demorado. Se as pessoas se ausentam, quando elas são funcionárias públicas eleitas para servir à população, elas se ausentam dessa tarefa que é a sua obrigação, isso de alguma maneira...

Folha/UOL: É frustrante?
Jean Wyllys: É.

Folha/UOL: E o que é bom lá na Câmara? O sr. está gostando de ser deputado?
Jean Wyllys: Eu não costumo colocar a coisa entre gostar e não gostar. Não coloco as coisas nesses termos não. Eu me candidatei por uma causa, por uma razão. Eu apresentei pretensões durante a minha campanha, e propostas que eu quero concretizá-las aqui. Então mais do que gostar ou não gostar, eu acho que alguém com o meu perfil, não necessariamente eu, mas alguém com meu perfil era necessário.

Folha/UOL: A essa altura da sua carreira como deputado, o sr. diria que quatro anos serão suficientes, o sr. acha que, se for necessário, gostaria de ficar mais um ou mais períodos para fazer alguma coisa nessa área?
Jean Wyllys: Não. Não sei dizer. Eu não gosto de fazer futurologia. Eu gosto de fazer bem esse mandato. Eu fui eleito graças à conjunção dos astros. Graças à nominata do meu partido que permitiu que dois deputados entrassem. Um que foi super bem votado, que foi o deputado Chico Alencar [do PSOL-RJ] e outro que fui eu, que fui o segundo mais votado [do PSOL-RJ], que fiz uma campanha invisível, uma campanha sem recursos, como são a maioria das campanhas de esquerda nesse Brasil, que não contam com financiamento público, que não têm... Ainda mais eu que não tinha mandato, portanto... Mesmo com essa campanha invisível consegui ser o segundo mais votado, graças a essa conjunção dos astros, eu quero fazer o melhor mandato possível. E fazer o melhor mandato possível é servir bem à população que me elegeu, é tentar concretizar as minhas pretensões e propostas de campanha. Então nesse sentido, mais que gostar ou não gostar de ser deputado, eu acho que eu sou necessário na Câmara dos Deputados. Eu acho que alguém ali, homossexual assumido como eu, que tem uma relação orgulhosa com a minha identidade sexual, com a minha identidade de gênero, com a minha orientação, e que estou habilitado para promover um debate, para elevar o nível do debate em relação às políticas LGBTs, eu acho que uma pessoa assim é necessária. E não precisa ser necessariamente eu. Eu só estou dizendo que alguém com esse perfil é necessário. A política de direitos humanos é muito rebaixada e, em especial, dentro da política de direitos humanos, a política LGBT é muito rebaixada. É considerada como uma baixa política. Quase sempre alvo de sensacionalismo, quase sempre alvo de histrionismo e de desrespeito por parte da imprensa. Então eu acho que promover um debate de qualidade que traga essa discussão para um nível mais lato é por demais importante.

Folha/UOL: Fernando Henrique, Lula e agora Dilma. De maneira bem breve, o sr. poderia falar alguma coisa sobre cada um desses três presidentes? Gosta, não gosta... Se foram bons presidentes ou maus presidentes?
Jean Wyllys: Fernando Henrique Cardoso fez a minha cabeça como sociólogo assim em algum momento. Por exemplo, eu sou professor de cultura brasileira e o trabalho que o Fernando Henrique fez com o Florestan Fernandes revelando que o Brasil não era uma democracia racial foi fundamental para minha formação intelectual e minha formação como sujeito. Eu respeito e admiro Fernando Henrique como intelectual. Como presidente, não gostei da gestão. Embora reconheça que ele tem o mérito importantíssimo que foi a estabilidade da moeda e da economia, que serviu de plataforma para o governo Lula, que todos eles, que você citou, é o que mais me inspira. É com quem eu mais tenho identificação. Porque Lula tem uma história de vida muito parecida com a minha. Veio do Nordeste, eu da Bahia, ele de Pernambuco, filhos de uma mãe que teve que ralar muito para criar a gente. Eu que estudei em escola pública, que tive que trabalhar aos dez anos de idade, tenho uma identificação com esse homem que venceu a subalternidade, a pobreza e se tornou presidente do Brasil. E foi, sem sobra de dúvidas, com todas as concessões que ele fez ao capital financeiro, com todas as concessões que ele fez aos poderes, à elite, para usar um termo que ele gosta de dizer, apesar de todas as concessões que ele fez às elites econômicas, foi o melhor dos nossos presidentes.

Folha/UOL: E Dilma?
Jean Wyllys: [Sobre] Dilma não tenho uma avaliação feita ainda. Eu acho que a presidenta Dilma, eu tinha muitas expectativas em relação... Eu tinha muitas expectativas em relação a esse primeiro ano do mandato da presidenta Dilma. E ela ficou muito abaixo dessas expectativas sobretudo no que diz respeito a algo que ela disse lá quando ela foi levar a mensagem ao Congresso Nacional...

Folha/UOL: Por quê?
Jean Wyllys: Ela disse que o governo dela seria pautado pela defesa intransigente dos direitos humanos. Não vi nesse primeiro ano. Tudo bem, é um primeiro ano. Eu não vi essa defesa intransigente, muito pelo contrário. Então eu não tenho ainda uma avaliação sobre a presidenta.

Folha/UOL: Por quê? O sr. teve algum contra exemplo nesse caso?
Jean Wyllys: Tenho. Por exemplo, a própria suspensão do projeto Escola sem Homofobia por parte da presidenta Dilma, inclusive no momento da suspensão, ela deu uma declaração pública, ela disse que o governo não serviria à propaganda a opção sexual nenhuma. Isso para mim revelou um profundo desconhecimento da presidenta dessa demanda histórica do movimento LGBT, da ideia de que nós não optamos pela nossa orientação sexual, não é uma questão de opção...

Folha/UOL: O Escola sem Homofobia é aquele que foi mencionado muitas vezes na mídia como 'kit homossexual', 'kit gay', alguma coisa assim. Era isso?
Jean Wyllys: É. O 'kit gay' foi uma expressão cunhada pelo deputado Jair Bolsonaro [do PP-RJ], que é um opositor da dignidade, não só da cidadania, mas da própria dignidade homossexual. Aliás, o deputado Jair Bolsonaro não é só inimigo da comunidade homossexual. O deputado Jair Bolsonaro é a favor da ditadura militar, por exemplo, é contra a instalação da comissão da verdade, já propôs que o Fernando Henrique Cardoso fosse metralhado... Enfim, é dessa pessoa que nós estamos falando. Foi essa pessoa que cunhou o termo 'ki gay', que parte, setores da mídia hegemônica assimilaram. Parte dessa mídia assimilou esse termo. Mas eu não gosto desse termo. Porque não se trata de um 'kit gay' se trata de um projeto, de uma política pública contra o bulling homofóbico nas escolas.

Folha/UOL: O sr. acha que a presidente Dilma aí fraquejou?
Jean Wyllys: Houve um contexto para esse fraquejamento. O momento em que ela suspendeu o projeto Escola sem Homofobia foi exatamente o momento em que o então ministro da Casa Civil, o Palocci [Antonio Palocci], estava sendo acusado de enriquecimento ilícito. E houve uma ameaça por parte dos parlamentares dessa bancada [contrários ao projeto] de convocar o ministro para se explicar no Congresso Nacional se ela [Dilma] não suspendesse o projeto Escola sem Homofobia. Tem a famosa frase do deputado Anthony Garontinho [dp PR-RJ] do Rio de Janeiro que disse que eles tinham na mão um diamante. Que o Palocci representava um diamante para negociar com o governo o que eles queriam.

Folha/UOL: O sr. ganhou notoriedade participando do programa "Big Brother" em 2005. Passados alguns anos essa sua participação ainda é presente na sua vida, as pessoas ainda o abordam muito por causa disso, fazem perguntas? E que tipo de avaliação o sr. faz desse programa que continua no ar, é longevo, está aí até hoje?
Jean Wyllys: Olha [risos], o programa está presente na minha vida porque eu venci o programa e eu tenho muito orgulho de ter feito o programa. Eu tenho muito orgulho da maneira como eu, digamos assim, transformei, a minha presença naquele programa transformou de alguma maneira a relação da audiência com ele. Tenho muito orgulho disso. Hoje em dia as pessoas não me param por causa do programa, porque essa exposição como político, como deputado, acabou suplantando de alguma maneira a participação. Mas eu tenho muito orgulho de ter feito.

Acho que o programa "Big Brother" tem que ser encarado como uma partida de futebol.

Folha/UOL: Como assim?
Jean Wyllys: É uma disputa pública, uma gincana de pessoas por um prêmio, transmitida pela televisão, como uma partida de futebol. É tão edificante quanto uma partida de futebol. Mobiliza tantas paixões quanto uma partida de futebol. Talvez movimente menos dinheiro e menos interesses do que uma partida de futebol. Mas eu preferia encarar dessa maneira. É entretenimento, como é o futebol. Porque, como diz o Chico Buarque, a gente também vai se divertindo, porque sem diversão ninguém segura esse rojão. Ainda mais uma população como a nossa. Grande parte dela, a maior parte dela só tem acesso a entretenimento através dos meios de comunicação de massa, da televisão. Porque o teatro custa caro nesse país. Porque ópera custa caro nesse país. Mesmo as artes vivas, o circo... Se a gente for pensar o Cirque du Soleil, não é todo mundo que tem acesso a isso. Então as pessoas não são porcos para viverem só de comida. E se a gente vive num Estado em que a diversão das pessoas só acontece através daquilo que a televisão oferece, que pelo menos tenha isso.

Folha/UOL: Deputado Jean Wyllys, muito obrigado por sua entrevista à Folha e ao UOL.
Jean Wyllys: Muito obrigado.

Fonte: Folha.com

MINHAS REFLEXÕES:

A cada vez mais gosto da democracia do nosso Pais! É óbvio que o Deputado Jean Wyllys vai defender os interesses do seu eleitorado (Comunidade LGBT), tal como os parlamentares cristãos serão contra a toda e qualquer norma que fira a sua liberdade religiosa, expressada com base na Bíblia Sagrada! Isto é democracia representativa!!!

O que não consigo entender é o fato de ele ter medo da democracia participativa! Se não há consenso, no Congresso Nacional, sobre o tema, não entendo que o caminho seja recorrer ao judiciário - pela fragilidade da aplicabilidade das decisões, já exposta pelo Deputado. Então, pergunta-se: Por que não realizar um plebiscito??? Seria mesmo porque o país não está culturalmente preparado para decidir sobre este tema??? Ou seria porque o país não vê a homossexualidade como querem que veja, ou seja, como um dna e não como uma opção???

Penso que é preciso entendermos, bem, o termo homofobia!! Quando ele diz que não seria injúria, em um jogo ou outro lugar, com sentimento de raiva e vontade de ofender, chamar alguém de "veado", fico sem entender o que ele pensa sobre ação homofóbica! É óbvio que seria homofobia!!! Agora, pensar que propor um tratamento ao homossexual por entender que é um problema de saúde ou de caráter espiritual é uma ação homofóbica e deve ser punida, dificulta, ainda mais, tal compreensão!

O que vejo é uma disputa relacionada mais a conceitos religiosos do que ações homofóbicas! Só que quando nos defendemos sob o argumento do Direito Constitucional "Liberdade Religiosa", o contra argumento é o da laicidade do Estado! Ué!!!

Precisamos encontrar o equilíbrio!! Penso que o plebiscito nos ajudará a tomar uma decisão de forma mais assertiva! Será a oportunidade do povo dizer, diretamente, qual é a sua vontade!

Se aprendermos a nos respeitar, ficará menos difícil vivenciarmos o Estado Democratico de Direito!! O segredo está no RESPEITO!!!

RESPEITO A DIFERENÇA; RESPEITE A MINHA CRENÇA!!!


Câmara aprova projeto que proíbe pais de baterem em filhos

Texto conhecido como ‘Lei da palmada’ desagradou a deputados evangélicos

Atualizado:

BRASÍLIA - A comissão especial da Câmara aprovou na tarde desta quarta-feira proposta encaminhada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que proíbe o uso de castigos corporais em crianças e adolescentes. Opositores do projeto - também chamado de "Lei da Palmada" - os evangélicos saíram derrotados da votação. O texto aprovado, que irá direto para o Senado, sem passar pelo plenário da Câmara, estabeleceu o conceito de castigo corporal, um meio termo entre "agressão corporal" e “castigo”.

Outra novidade em relação ao projeto original foi a inclusão da previsão de multa de dois a 20 salários mínimos para o profissional que lida com crianças e que não denunciar casos de violência sobre os quais tomar conhecimento. É o caso de professores, médicos e assistentes sociais, entre outros.

Presente à reunião, a secretária nacional de Defesa da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, comemorou o texto aprovado. O órgão é ligado à Secretaria de Direitos Humanos. Perguntada se não seria um exagero proibir que um pai dê um beliscão ou tapa no filho, a secretária respondeu:

- Se a gente pensar que um jogador de futebol não dá palmada, não dá bofetada, e que hoje existe técnica de adestramento de animais que prescinde da violência, por que não pensar que isso pode ocorrer na família? A questão da palmada é que esse tipo de violência vai se agravando com o tempo - disse Carmen Oliveira.


Fonte: Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/camara-aprova-projeto-que-proibe-pais-de-baterem-em-filhos-3446888#ixzz1gZfBtkuU

MINHAS REFLEXÕES:
A "Lei da Palmada", que proibide correção física aos filhos, pelos pais, foi aprovada na Câmada dos Deputados! Agora precisa passar pelo Senado. A proposta é boa, no sentido de evitar abusos, no entanto, na minha opinião, pode dificultar na educação, já que nem todas as crianças obedecem apenas a orientações verbais, sendo necessárias correções mais rígidas, mas não abusivas!
Penso que o Senado precisará analisar bem cada artigo deste projeto de lei, a fim de evitar retrocesso no processo educacional familiar!

Criança não pode sofrer agressões mas o Poder Público não deve dificultar educação familiar!

Para refletirmos:
Se amanhã eu precisar corrigir uma de minhas filhas, de forma mais rígida, terei a interferencia do Poder Público na minha casa; por outro lado, se eu precisar de me utilizar de políticas públicas para facilitar na criação e formação delas, ou se não conseguir educá-las nos padrões desta lei, será que poderei contar com o Poder Público, com mesma intensidade?

Ressalto que equilíbrio, bom senso, cabe em qualquer situação; assim, sou contra agressão e/ou correções abusivas, mas sou a favor de correções que sejam imprecindíveis para a garantia do respeito e equilíbrio familiar!

Informo que, em outro artigo, faço uma análise mais detalhada sobre o tema, inclusive mostrando textos bíblicos que nos orientam a corrigir os nossos filhos. Vale conferir:

http://teresinhaneves.blogspot.com/search?q=Lei+das+Palmadas






Cientistas estão muito perto de encontrar a 'Partícula de Deus'

Pesquisadores anteciparam que serão apresentados hoje 'resultados sólidos' que apontam para a presença do Bóson de Higgs no universo

13 de dezembro de 2011 | 7h 48

GENEBRA - A atenção do mundo científico estará voltada nesta terça-feira, 13, para o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em inglês), que divulgará novos resultados dos experimentos com os quais pretende detectar o Bosón de Higgs, também conhecido como "Partícula de Deus", pilar da Física moderna.

O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês)  - Divulgação
Divulgação
O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês)

Para isso, o Cern convocou a comunidade de físicos para um seminário, durante o qual serão apresentados os avanços registrados nos experimentos realizados pelo ATLAS e pelo CMS, dois detectores (de um total de quatro) do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) que buscam a partícula de Higgs. Os novos resultados se basearão no maior volume de dados analisados até agora.

Embora o Cern tente moderar as expectativas destacando que ainda não chegou à etapa de estabelecer de maneira definitiva a existência ou não do Bosón de Higgs, alguns cientistas anteciparam que serão apresentados "resultados sólidos" que apontam para sua "presença" no universo.

De todo modo, a cautela se impõe e não se dirá nada definitivo até que esses resultados sejam conferidos várias vezes e se possa eliminar todo risco de erro.

"Esta análise deve ser suficiente para marcar um progresso significativo na busca pelo Bosón de Higgs", se limitou a dizer o Cern, que conta com pouco mais de 2,4 mil colaboradores e cujo orçamento anual é de 900 milhões de euros.

Seus cientistas estão há semanas analisando uma quantidade incomensurável de dados recolhidos pelo LHC buscando a "Partícula de Deus", cuja existência foi postulada em 1964 pelo físico Peter Higgs.

Essa partícula explicaria as interações entre as demais partículas e as forças que atuam entre elas, o que por sua vez permitiria compreender a origem da massa. Os cientistas acreditam que se ainda não foi descoberta é porque não houve energia necessária para torná-la visível em experimentos físicos.

O LHC produziu essa energia jamais atingida este ano, conseguindo acelerar feixes de prótons em sentidos opostos a mais de 99,9% da velocidade da luz antes que se choquem.

No acelerador - um anel de 27 quilômetros de circunferência e dotado de quatro gigantescos detectores enterrados entre 50 e 150 metros debaixo da terra - são geradas 20 milhões de colisões por segundo, mas de todas elas uma ínfima parte oferece dados que passam pelo primeiro filtro de análise.

São os dados que passam por essa primeira etapa que são registrados na memória de milhares de computadores, tanto do Cern como da rede de laboratórios e centros de pesquisa associados no mundo todo, para serem posteriormente analisados.

A quantidade de dados gerada por cada detector anualmente é gigantesca e inimaginável, mas para entender de algum modo sua magnitude baste dizer que, se fossem gravados em CDs e estes fossem empilhados um sobre outro, formariam uma coluna de 20 quilômetros de altura.

Saiba mais sobre o Bóson de Higgs, a 'partícula de Deus'

Pesquisa com acelerador de partículas na Suíça pode revolucionar teorias da Física.

13 de dezembro de 2011 | 10h 15

Pequisadores reunidos em torno do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) prometeram, para esta terça-feira, um anúncio que pode revolucionar a Física.

Os cientistas irão divulgar os resultados da caça do Bóson de Higgs, já chamado de "partícula de Deus", considerado pela teoria do Modelo Padrão um elemento fundamental no surgimento do universo.

Os experimentos têm sido feitos no imenso acelerador de partículas (o mais potente já construído) do Cern, laboratório da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, na Suíça.

Saiba mais sobre a experiência.

O que é o Bóson de Higgs?

Segundo teorias da Física, Higgs é uma partícula subatômica considerada uma das matérias-primas básicas da criação do universo. Diferente dos átomos, feitos de massa, as partículas de Higgs não teriam nenhum elemento em sua composição.

Elas são importantes porque dão respaldo a uma das mais aceitas teorias acerca do universo - a do Modelo Padrão, que explica como outras partículas obtiveram massa. Segundo essa tese, o universo foi resfriado após o Big Bang, quando uma força invisível, conhecida como Campo de Higgs, formou-se junto de partículas associadas, os Bósons de Higgs, transferindo massa para outras partículas fundamentais.

Por que a massa é importante?

A massa é a resistência de um objeto às mudanças em sua velocidade. Sem o Campo de Higgs, o universo seria um local muito diferente: partículas viajariam pelo cosmos à velocidade da luz. A forma como o Campo de Higgs transfere massa a outras partículas poderia ser ilustrada com a resistência que um corpo encontra quando tenta nadar em uma piscina. O Campo de Higgs permeia o universo como a água enche uma piscina.

Como se sabe que o Higgs existe?

Até o momento, não há provas de que Higgs exista. A caça ao Higgs é uma das razões que levaram à construção do imenso acelerador de partículas Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), do Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), na Suíça. A primeira vez que se falou da partícula foi em 1964, quando seis físicos, incluindo o escocês Peter Higgs, apresentou uma explicação teórica à propriedade da massa.

O Modelo Padrão é um manual de instruções para saber como funciona o cosmos, que que explica como as diferentes partículas e forças interagem. Mas a teoria sempre deixou uma lacuna - ao contrário de outras partículas fundamentais, o Higgs nunca foi observado por experimentos.

Como os cientistas buscam o Bóson de Higgs?

Ironicamente, o Modelo Padrão não prevê a existência de uma massa exata para o Higgs. Aceleradores de partículas como o LHC são utilizados para pesquisar a partícula em um intervalo de massas. O LHC esmaga dois feixes de prótons próximos à velocidade da luz, gerando outras partículas. Não é a primeira vez que se tenta caçar o bóson. A máquina LEP, que funcionou no Cern entre 1989 e 2000, fez tentativas, bem como o acelerador americano Tevatron, desligado este ano.

Esses dados ainda estão sendo analisados e podem ajudar a confirmar ou descartar a existência do bóson. O LHC, o mais potente acelerador de partículas já construído, é responsável por parte, apenas, dos experimentos em busca do Bóson de Higgs.

Quais evidências os cientistas podem encontrar?

O Bóson de Higgs é instável. Caso seja produzido a partir das bilhões de colisões no LHC, o bóson rapidamente se transformará em partículas de massa menor e mais estáveis. Serão essas partículas os indícios que os físicos poderão usar para comprovar a existência do bóson, que aparecerão como ligeiras variações em gráficos usados pelos cientistas. Portanto, a confirmação se dará a partir de uma certeza estatística.

E se o Bóson de Higgs não for encontrado?

Caso se comprove que o Bóson de Higgs não existe, a teoria do Modelo Padrão teria de ser reescrita. Isso poderia abrir caminho para novas linhas de pesquisa, que podem se tornar revolucionárias na compreensão do universo, da mesma forma que uma lacuna nas teorias da Física acabou levando ao desenvolvimento das teses da mecânica quântica, há um século.

Fonte: BBC Brasil, Via Estadão

MINHAS REFLEXÕES:

Não tenho a pretensão de fazer nenhuma análise sobre a o Bóson Higgs - pilar da física moderna, até porque não sou expert em física; mas confesso que ao ler esta notícia, nesta manhã, o nome "partícula de Deus" chamou a minha atenção, principalmente, ao saber que se trata de "um elemento fundamental no surgimento do universo".

Pensar que o Cern - Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, importante Centro de pesquisa localizado na Suíça, busca desde 1964, uma explicação para as partículas de massas que comporiam elementos do universo,... me fez refletir sobre a grandeza de Deus:

Homens buscam explicar o que Deus fez com tanta simplicidade, mas muita magnitude, grandeza, poder supremo,...!

Estou, aqui, pensando na GRANDEZA de Deus!!! Como é difícil expicar seus feitos, né?? Então, por que relutamos, tanto, em não reconhecer esta grandeza???

Seja qual for a explicação a ser dada pela criação do universo, seus elementos, se há apenas átomo ou, também, massa,.. não importa; o que importa é que Deus o formou e, certamente, o Homem precisará de muuita disposição para tentar chegar nesta fantástica fórmula, magnífica, suprema, tal como o Criador!

Deus, sua grandeza me deixa "abobalhada", estupefata, impressionada, ...
Gosto deste Teu jeito de agir, fazer, direcionar, produzir,.. Sou sua fã!!
TE AMO!!!

Matthew Hoffman, jornalista de LifeSiteNews, fala aos brasileiros sobre os perigos do movimento homossexual

Posted: 10 Dec 2011 04:55 AM PST

1 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Matthew Cullinan Hoffman, correspondente de LifeSiteNews para a América Latina, voltou recentemente de uma turnê de palestras de duas semanas no Brasil acerca do perigoso crescimento do movimento homossexual e sua ligação com os corrompidos valores morais sexuais dos heterossexuais.
Hoffman falou com um grande número de bispos e padres católicos, bem como pastores e leigos evangélicos, que receberam sua mensagem com gratidão. Três das palestras foram transmitidas pela internet e uma quarta foi gravada para possível distribuição por parte de um ministério pró-família protestante.
Duas das palestras podem ser encontradas aqui começando em 1:03:30, e aqui em 15:20 (a segunda palestra não tinha áudio até aquele momento).
“O tópico da homossexualidade se tornou um tópico muito delicado em anos recentes”, comentou Hoffman no início de sua palestra. “A razão por que é um tópico delicado é que o movimento homossexual tem tido muito êxito em sua abordagem, em suas campanhas, em alcançar suas metas, que são mudar a cultura”.
“O movimento homossexual criou uma situação na sociedade em que é virtualmente impossível criticar o movimento sem ser retratado como odiador, quase como um racista”, disse Hoffman. “Eles criaram uma imagem de si mesmos como uma minoria oprimida, e se alguém critica o movimento deles ele é acusado de odiar, de ser cruel, de estar promovendo violência contra os homossexuais”, de modo que “é virtualmente impossível na sociedade de hoje, ou as pessoas percebem como impossível, se opor ao movimento deles”.
“Pois bem, vou quebrar essa regra hoje. Vou criticar o movimento deles. Não por ódio. Não é raiva. Essa é parte da mentira que eles promovem. Minha motivação é o amor. Não podemos separar a verdade do amor. Deus é ambos. Deus é verdade, veritas, ele também é amor, caritate. Veritas em caritate. Não podemos separar os dois. Não podemos dividir Deus, e não podemos trair a verdade, e não estamos sendo amorosos com os homossexuais se mentimos para eles”, disse Hoffman.
As palestras de Hoffman trataram da origem e métodos violentos do movimento homossexual, começando em 1969 com os Tumultos de Stonewall e a fundação da Frente de Libertação Gay, e a agenda chocantemente anti-família e anticristã do movimento.
Ele também tratou das devastadoras consequências fisiológicas, psicológicas e espirituais do estilo de vida “gay”, comentando acerca dos níveis extremamente elevados das doenças contagiosas, câncer, depressão, vício de drogas e álcool, promiscuidade sexual e violência que se acham na comunidade deles.
As palestras de Hoffman também trataram do que ele considera como a raiz do movimento homossexual bem como do aborto: o uso do controle da natalidade artificial, que separa o ato sexual de sua função procriativa, transformando-a num ato egoísta e hedonista em que um casal trata um ao outro como um objeto. A contracepção, argumentou ele, coloca o alicerce para o aborto e para a conduta homossexual, ambos dos quais presumem que o ato sexual pode ser usado para o mero prazer animal, sem nenhum propósito, responsabilidade ou sentido transcendente.
A turnê de Hoffman começou com duas palestras dadas no Segundo Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida em São Paulo. Hoffman então viajou para o Rio de Janeiro onde falou com pastores, seminaristas e leigos na Igreja Batista de Campos dos Afonsos, o Ministério Oikos, o Primeiro Seminário Teológico Batista e um grupo de debate encabeçado pelo bispo auxiliar Antonio Augusto Dias. Como médico, Dias pôde confirmar as palavras de Hoffman com relação às consequências prejudiciais à saúde da conduta homossexual.
Ao voltar ao México, Hoffman de novo deu uma palestra para um congresso do Comitê Pró-Vida Nacional, bem como outra palestra que fez uma análise da situação geral do movimento pró-vida e pró-família na América Latina.
Hoffman diz que ficou animado com a recepção fortemente positiva com que suas palestras foram recebidas, principalmente considerando a natureza polêmica do tópico tratado.
“Tanto o movimento homossexual quanto a questão da contracepção se tornaram um tópico sobre o qual os cristãos preferem fazer silêncio, principalmente na América Latina, onde poucos estão dispostos a levantar a voz contra eles”, disse Hoffman. “Só por quebrar o silêncio nesses tópicos e falar sobre as realidades cientificas, médicas e éticas do homossexualismo, estamos dando o primeiro passo para combater uma das maiores ameaças à família hoje”.

Fonte: www.juliosevero.com

MINHAS REFLEXÕES:

Compartilho da idéia de Hoffman quando diz que contrapõe a opção homossexual por amor!

Após acompanhar várias pessoas que se envolveram no homossexualismo, concluímos que, realmente, o homossexualismo não é uma opção sexual, logo, ninguem nasce homossexual! Se alguém está homossexual, algum motivo o levou a esta conduta! Isto mesmo, entendo que o homossexualismo é uma conduta. Partindo desta premissa, vejo o homossexualismo como uma "prisão" psiquico-espiritual, assim, busco mostrar que é possível se libertar desta prisão, mas não é uma tão simples assim! É preciso buscar raízes,... enfim, não "critico" a conduta homossexual por ódio, mas por amor, com a intenção de ajudar e não de expor, ofender,...Sei que toda e qualquer oposição ao homossexualismo não será entendida desta forma, mas tudo bem, é isto o que penso!

Quem me procura pedindo ajuda (no sentido de unidade, trocar idéias) a recebe! Quem não busca esta ajuda, jamais será incomodada, por mim!


Ressalto que meu entendimento não está relacionado a fundamentalismo religioso, no sentido de imposição, mas de conscientização e disposição de ajuda! Sou contra a homofobia ou qualquer outro tipo de discriminação!


Enfim, o importante é que, independente de qualquer opção - sexual, religiosa,.. a palavra de ordem é RESPEITO; razão pela qual criei a seguinte frase:


RESPEITO A DIFERENÇA; RESPEITE A MINHA CRENÇA!!!

Governo dos EUA promoverá defesa mundial da homossexualidade por meio de concertos de Lady Gaga

Posted: 11 Dec 2011 12:44 AM PST

WASHINGTON, D.C., EUA, 9 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Como parte de uma campanha mundial visando promover a aceitação internacional da homossexualidade, o governo de Obama estabeleceu o “Fundo Global de Igualdade”, orçado em 3 milhões de dólares, para financiar a defesa política da homossexualidade no mundo inteiro com o dinheiro dos cidadãos americanos que pagam impostos. As diretrizes do Departamento de Estado indicam que essa defesa poderia incluir de tudo, desde financiar ativistas políticos gays em outros países que fazem campanhas contra leis que definem o casamento como a união entre um homem e uma mulher até a organização de paradas do orgulho gay e concertos de Lady Gaga em países remotos.
A secretária de Estado Hillary Clinton proclamou a formação do fundo num discurso que deu em Genebra na terça-feira. “Tenho também o prazer de anunciar que estamos lançando um novo Fundo de Igualdade Global que sustentará o trabalho das organizações da sociedade civil que atuam nessas questões no mundo inteiro”, disse Clinton.
“Esse fundo os ajudará a registrar fatos de modo que eles possam apontar seu trabalho de defender a homossexualidade, aprender como usar as leis como ferramentas, administrar seus orçamentos, treinar suas equipes e forjar parcerias com organizações de mulheres e outros grupos de direitos humanos”, disse Clinton.
Ela comentou que o governo dos EUA “empenhou mais de 3 milhões de dólares” de verbas oriundas de contribuições de impostos de renda para iniciar essa organização. O site do Departamento de Estado descreve o fundo como uma “parceria público-privada” que “buscará compromissos de parceria de governos, empresas e fundações que fazem doações”.
Um formulário do Departamento de Estado revela que sua Agência de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (ADDHT) “apoiará programações por meio do Fundo de Igualdade Global”. Isso incluirá impulsionar “ONGs a fazerem defesas diante de governos de outros países e em fóruns multilaterais” em favor das causas LGBT. A ADDHT pede que as organizações homossexuais os ajudem a documentar casos de discriminação.
O fundo também financiará “campanhas internacionais que aumentem a conscientização do público e ampliem os diálogos positivos” sobre a homossexualidade, “tais como educação cívica inclusiva e atividades culturais, e construam coalizões diversas de direitos humanos nos serviços de mensagens ao público”.
O formulário sugere que essas medidas poderiam incluir eventos como as paradas de orgulho gay e concertos de Lady Gaga — a polêmica cantora pop que deixou os cristãos indignados no começo deste ano quando ela lançou um vídeo para sua música “Judas” que a retrata em determinada altura como Maria Madalena, mordiscando sensualmente a orelha de Jesus Cristo.
Lady Gaga faz apresentação em evento gay em Roma
O Departamento de Estado se gaba de que “ajudou a convencer a cantora pop e promotora LGBT Lady Gaga a fazer uma apresentação no evento homossexual EuroPride de Roma em junho de 2011”.
Valerie Jarrett, a assessora mais íntima de Obama, escreveu na terça-feira que ela havia ficado “profundamente comovida” com o ativismo da cantora pop.
O Fundo de Igualdade Global é apenas uma pequena parte de uma agenda ambiciosa de remodelar todas as políticas externas dos EUA para apoiarem a causa LGBT no mundo inteiro. Na terça-feira, Barack Obama decretou um memorando instruindo as embaixadas americanas em outros países a “expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT” nos países em que estão.

Fonte: www.juliosevero.com

MINHAS REFLEXÕES:

Entendo que implantar políticas públicas de combate à homofobia é muito importante;
no entanto, fazer apologia ao homossexualismo é ação completamente diferente!


Vejo que tentam fazer apologia ao homossexualismo,
sob o argumento de combate à homofobia!

Fiquemos atentos!!!


PEDOFILIA IN HOLLYWOOD - Recentes acusações de abuso sexual de crianças em Hollywood são apenas a ponta do iceberg, dizem os especialistas

Posted: 12 Dec 2011 12:18 AM PST

Meaghan Murphy
NBC / Warner Bros
Se a recente enxurrada de acusações for provada, Hollywood pode ter em mãos uma horrível epidemia. Nas duas últimas semanas houve três notícias diferentes de acusações de abuso sexual na indústria de entretenimento.
Allison Arngrim (esquerda) estrelou a série “Os Pioneiros”. Ela afirma que boatos sobre abusos sexuais sofridos por Corey Feldman e Corey Haim (direita) quando eram estrelas mirins eram comuns nas décadas de 80 e 90.
Em 1º de dezembro, Martin Weiss, um agente empresarial hollywoodiano de 47 anos e representante de atores mirins, foi acusado do abuso sexual de um ex-cliente. Seu acusador, que era menor de 12 anos na época do suposto abuso, relatou às autoridades que Weiss havia dito que “o que eles estavam fazendo era prática comum na indústria do entretenimento”. Weiss foi declarado inocente.
Em 21 de novembro, Fernando Rivas, de 59 anos, compositor premiado pela série “Vila Sésamo”, foi processado por coagir uma criança a “adotar condutas sexualmente explícitas” na Carolina do Sul. O compositor, formado pelo conservatório de Juillard, também foi acusado de produção e distribuição de pornografia infantil.
Jason James Murphy, de 35 anos, registrado na base de dados de criminosos sexuais da Califórnia, trabalhou como assistente de seleção de elenco em Hollywood durante anos, até que foi revelado no jornal Los Angeles Times de 17 de novembro que no passado ele havia sequestrado e abusado de um garoto. Seu currículo inclui ter convocado jovens atores para filmes de censura livre como “Sujou... Chegaram Os Bears”, “Escola de Rock”, “Doze É Demais 2” e para o remake de “Os Três Patetas”, ainda não lançado.
Revelações desse tipo não são novidade para o ex-astro mirim Corey Feldman.
Hoje com 40 anos, ele próprio sobrevivente de abuso sexual na infância, alertou o mundo enfaticamente em agosto deste ano sobre os pedófilos que são atraídos pela indústria do entretenimento. “Posso dizer que o problema número um de Hollywood foi e sempre vai ser a pedofilia”, disse Feldman ao noticiário Nightline da emissora ABC. “Esse é o maior problema para as crianças nessa indústria... É o grande segredo”.
Outro astro mirim do passado concorda que Hollywood tem um problema de longa data com a pedofilia. “Quando eu vi aquela entrevista, me veio à mente uma série de nomes e rostos da minha história”, disse à FOXNews.com Paul Peterson, hoje com 66 anos, ex-astro da série de comédia The Donna Reed Show, famosa nas décadas de 50 e 60, e atual presidente da organização A Minor Consideration. “Alguns deles, que eu conheço muito bem, ainda estão lá”.
“Isso vem acontecendo há muito tempo” concorda a ex-estrela de “Os Pioneiros” Alison Arngrim. “O boato corria na década de 80. As pessoas diziam, ‘Ah, os Coreys, todo mundo já pegou’. Falavam sobre isso como se não fosse nada demais”.
Arngrim, hoje com 49 anos, se referia a Feldman e seu parceiro de cena em “Os Garotos Perdidos”, Corey Haim, que morreu em março de 2010 depois de anos de abuso de drogas.
“Eu ouvi literalmente que eles eram ‘rodados’”, afirma Arngrim. “O boato era que lhes davam drogas e faziam sexo com eles. Era horrível. Esses garotos não tinham nem 18 anos. Havia todo tipo de estória sobre todo mundo, até os seus ditos ‘responsáveis’, abusando sexualmente deles e corrompendo-os de todas as formas possíveis".
Realmente, é a própria natureza da TV e do cinema que atrai predadores, afirmam os especialistas.
“Um set em Hollywood com crianças pode se tornar um atrativo para pedófilos, porque as crianças costumam ser vulneráveis e menos predispostas”, explica a psicoterapeuta de Beverly Hills Dra. Jenn Berman. “Se há uma coisa que sabemos sobre atores, psicologicamente falando, é que são pessoas que gostam de muita atenção. As crianças naturalmente gostam de muita atenção, e quando se coloca uma criança em um set de filmagem sem supervisão para receber a atenção de alguém poderoso, isso cria uma propensão para uma situação muito perigosa”.
Feldman, que relatou estar “cercado” de pedófilos quando tinha 14 anos, afirma que o abuso sexual por um “magnata hollywoodiano” anônimo levou à morte seu amigo Haim aos 38 anos. “Essa pessoa precisa ser exposta, mas infelizmente eu não posso ser quem vai fazê-lo”, disse Feldman ao Nightline.
“Há muito mais do que uma pessoa para culpar”, afirma Arngrim. “Tenho certeza que não foi uma pessoa só que abusou de Corey Haim, e tenho certeza que não era somente ele e Corey Feldman que sabiam sobre isso. Tenho certeza de que dezenas de pessoas estavam cientes da situação e preferiram ficar caladas”.
Arngrim, que também é diretora e porta-voz nacional da protect.org, uma organização que trabalha para proteger crianças de abuso físico, sexual e emocional, declara que a ganância de Hollywood permite que os predadores prosperem. “Ninguém quer parar o trem da alegria", afirma Arngrim. “Se um ator mirim for abusado sexualmente por alguém da equipe, será que a família, os agentes e os gerentes (que estão recebendo o dinheiro) vão dizer ‘Ok, vamos registrar ocorrência?’ Não, porque isso irá paralisar toda a produção, e cancelar todos os pagamentos. Ou seja, a pressão é para não dizer nada”.
“É quase um sacrifício voluntário para o qual muitos pais não atentam; em que tipo de ambiente eles acham que estão colocando seus filhos?” afirma Peterson. “O ‘teste do sofá’ é real, e às vezes uma simples entrevista leva as pessoas a tomarem medidas desesperadas”.
Arngrim, que revelou o próprio abuso sexual em sua autobiografia de 2010, Confessions of a Prairie Bitch (Confissões de uma Prostituta dos Pioneiros), explica: “Escutei vítimas de todo o país. Todos contam a mesma história, a todos mandam guardar segredo, todos são ameaçados com algo. Corey Feldman pode ter aberto uma caixa de marimbondos ao revelar sua história, mas, sim, isso ainda continua”.
Mesmo que Feldman tenha sido sincero sobre o abuso, ele não deu o nome do predador. “As pessoas não querem falar sobre isso porque temem por suas carreiras”, afirma Peterson. “Do meu ponto de vista, o que Corey fez foi muito corajoso. Seria maravilhoso se suas alegações penetrassem todas camadas de proteção e identificassem os reais envolvidos nessa rede internacional de pornografia infantil, porque ela é enorme e não respeita fronteiras, assim como não respeita a idade da criança envolvida”.
Traduzido por: Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

MINHAS REFLEXÕES:

Sonhamos que o mundo acorde para este monstrochamado PEDOFILIA!!!
Vemos o quanto a criança fica exposta à este tipo de abuso,
independente de cor, raça, sexo, classe social!!!
Não me canso de aclamar:
FAÇAMOS A NOSSA PARTE!!!
Pedofilia é Crime!! DENUNCIE!!!

www.todoscontraapedofilia.com.br

O POLÊMICO PLC 122!!! Votação, na CDH, do Relatório da Senadora Marta Suplicy não aconteceu...Magno Malta acusa relatora de retirar PL 122 da votação



No PL 122 jamais votaremos, finalizou Malta.

Senador Magno Malta (PR/ES), muito aplaudido na audiência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, não aprovou o recuo da senadora Marta Suplicy (PT/SP) e a polêmica ficou para o ano que vem.

A reunião ordinária Convocado pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT/RS) tinha todas as evidências para finalizar de fez uma polêmica que já dura 10 anos no Congresso Nacional. De um lado, a minoria, os homossexuais reivindicando a criminalização da homofobia. Na Defesa, as diversas lideranças religiosas buscando um acordo para alterar o texto tratando o tema como crime a intolerância e ao preconceito. Mas não teve acordo e a PL122 ficou para 2012.

Senadora Marta Suplicy apresentou o substitutivo alterando alguns pontos do projeto original da ex-deputada Federal, Iara Bernardes. Mas ela percebeu, mais uma vez, que mesmo com as alterações perderia a votação e pediu o adiamento para reexaminar a nova proposta. A estratégica deixou a maioria indignada.

Para o senador Magno Malta o “Brasil não é homofóbico e não justifica uma lei para criminalizar. “No PL 122 jamais votaremos. “Defendemos debate mais amplo com os movimentos organizados da sociedade civil para debater o preconceito e a intolerância contra todas as minorias por raça, credo e segmento social”, frisou o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Família Brasileira.

A reunião ordinária foi marcada por intenso debate. Os manifestantes tentaram tumultuar, mas foram coibidos duramente pelo senador Paulo Paim. Ele abriu a palavra para todos e conduziu a reunião em clima democrático e harmonioso.

Senador Magno Malta foi enfático, “Não sou contra homossexuais, respeito todos os cidadãos, mas é meu dever evitar os exageros. É o melhor momento para acabar com o preconceito contra os negros, contra os índios e outras minorias, não só defender interesses de um único segmento que busca privilégios que outros não tem, mas a luta continua e vamos buscar um acordo sempre com tolerância e respeito”, revelou Malta.

Após a reunião na Comissão de Direitos Humanos, Magno Malta foi bastante assediado pela imprensa nacional e não mudou o posicionamento. “Marta percebeu que seria o fim do PL 122 e estrategicamente pediu reexame da matéria. Perdemos uma boa oportunidade de avançarmos para outro texto mais importante e abrangente”. Finalizou Malta.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Visite o site: www.magnomalta.com.br


MINHAS REFLEXÕES:

Este Projeto de lei ainda vai causar muuita polêmica!

Só esperamos que a nossa resistência não seja vista como fundamentalismo religioso, mas como ação de defesa à Liberdade Religiosa!!!

Continuemos na luta!!

NÃO ao PLC 122!!!!!!!!!!!